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Perigos do trânsito para a saúde

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Perigos do trânsito para a saúde

Nas grandes cidades, transitar em alguns horários é algo extremamente complicado. Em São Paulo, por exemplo, congestionamentos diários em certos pontos da cidade podem durar 2, 3 ou até 5 horas. De fato, o trânsito é um dos principais vilões à boa saúde, podendo elevar os níveis de estresse às alturas, sem contar a grande exposição à poluição atmosférica e sonora em que as pessoas são expostas. Ficar várias horas sentado com as pernas encolhidas pode causar vários problemas circulatórios: as pernas incham, ficam doloridas e os efeitos das varizes são agravados, podendo até levar à trombose venosa profunda em algumas pessoas.

Além disso, os movimentos repetitivos podem causar fadiga muscular e desgaste das articulações, provocando freqüentes dores nos ombros, costas e coluna. Se não bastasse o tédio de um congestionamento quilométrico, a poluição sonora causada pelas buzinas e ruídos dos motores aumenta o estresse das pessoas mais ainda. Como a legislação de trânsito não permite que o motorista use protetores auriculares, a melhor solução para esse problema é simplesmente fechar o vidro do carro. Já a poluição atmosférica, além de causar a irritação dos olhos e das mucosas, provoca uma série de problemas respiratórios, no entanto, esse tipo de poluição atinge mais os pedestres. Para algumas pessoas, vítimas dos congestionamentos das grandes cidades, o melhor a fazer é procurar oportunidades em outra cidade, mais tranqüila e com trânsito menos intenso.

Já outras tentam remediar a situação, optando pelos transportes em massa, como trens e ônibus, entretanto, nesse caso, a pessoa não irá dirigir, mas terá que ter a mesma paciência do motorista. É aconselhável sair de casa com um bom tempo de antecedência, levando em consideração o tempo perdido em um eventual congestionamento. Além disso, é recomendável optar por caminhos alternativos, fazer exercícios de alongamento, “contar até dez” antes de gritar ou falar alguma palavra agressiva, ouvir músicas relaxantes, e ter, claro, muita paciência e bom-humor.

Por Tiago Dantas

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